6 COMENTARIOS

  1. Muy buena explicación clara y práctica,concuerdo .solo una pregunta es posible que los científicos puedan alterar los cromosomas sexuales tanto de hombres como de mujeres o de animales ya sean hermafroditas o macho y hembra?.

  2. […]   É um princípio geral que o corpo humano não mente, e sempre avisa sobre o que acontece. Pelo contrário, o cérebro pode errar em suas percepções. Mas, ainda assim, tudo o que acontece na psique, o corpo somatiza. A informação sobre os progressos da neuroendocrinologia e da neuroimagem, neste campo, precisa ser divulgada, e deveria ser levada em consideração na educação das novas gerações.   Os slogans do tipo “não existem sexos, só papéis sexuais”, impostos desde a infância, não reconhecem o que a ciência revela: a natureza humana exige coerência nos níveis genético e gonadal, porque o “eu” é somatizado em um corpo que é sexuado.   Há pouco mais de uma década, este slogan se tornou um ícone da modernidade, e alguns defendem que esta perspectiva precisa ser aceita e transmitida desde a infância. A ideia de fundo é livrar-se das exigências do próprio corpo, ser autônomo e autoconstruir-se. O sexo – segundo esta perspectiva – não é outra coisa a não ser uma função fisiológica (que só oferece ser homem ou mulher como únicas possibilidades), enquanto o gênero se refere às preferências, e estas são realidades sociais sujeitas a mudanças.   No entanto, assim como a igualdade de direitos da mulher com relação ao homem é uma questão social, cultural e jurídica, a superação dos sexos exige a intervenção da biotecnologia. Trata-se de realizar uma revolução da humanidade oposta aos processos da evolução biológica. Daí que haja uma forte brecha na abordagem deste experimento sobre a identidade de gênero. A biologia humana, que não é mera zoologia, manifesta a especificidade de um ser vivo cultural.   No entanto, a biologia não é cultura e não muda facilmente, a não ser pagando um preço bem alto. É a pessoa, cada um dos homens e mulheres, quem é um ser vivo cultural. O protocolo deste experimento requer passar pelo tribunal da ciência.   O que supõe contrapor em uma pessoa o sexo biológico e o psicológico e social? O que é inato nisso? O que é cultural? O que a biotecnologia oferece, de fato, à mudança de sexo? Há garantia de sucesso?   E se, no final, o experimento não for válido? Como paliaríamos as consequências nas possíveis vítimas às quais não se deu a opção de escolher participar ou não no experimento?   Publicado em Cuad. Bioética XXIII, 2012/2ª.   (Artigo publicado originalmente por BioeticaWeb) […]

  3. […]   Descargar Documento   Publicado en Cuad. Bioét. XXIII, 2012/2ª  Artículo publicado originalmente por […]

  4. Hola, tengo 40 años. Nací con hiperplasia suprarrenal congénita con perdida de sal. Tomo medicacion todos los dias. Soy varón, pero me gusta sentirme femenina. Llevar ropa de mujer y maquillarme. Puede esto estar relacionado con mi enfermedad?

  5. Súper interesante!
    Dos consultas:
    Si a un hermafrodita se le hace la prueba de ADN , biológicamente indica si es femenino o masculino o no ?
    Que determina (biológicamente) que un transexual siendo biológicamente masculino quiera se femenino o se sienta femenino?
    Gracias!!

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